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Como funciona o financiamento imobiliário no Brasil?

O financiamento imobiliário é uma modalidade de crédito de longo prazo oferecida por bancos e instituições financeiras para a compra de imóveis residenciais ou comerciais. No Brasil, a maior parte dos financiamentos é feita pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), regulamentados pelo Banco Central.

Pelo SFH, é possível financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão com taxas de juros limitadas e usar o saldo do FGTS para abater o valor. Já o SFI não possui teto de valor e permite financiar imóveis de maior valor, mas geralmente com taxas um pouco mais altas.

O prazo máximo de financiamento pode chegar a 420 meses (35 anos), e o percentual de financiamento varia entre 70% e 80% do valor do imóvel, dependendo do banco e do sistema de amortização escolhido.

O que influencia a taxa de juros do seu financiamento?

Taxa SELIC

A SELIC é a taxa básica de juros da economia brasileira. Quando ela sobe, as taxas de financiamento tendem a subir também. Em 2025, a SELIC está em patamar elevado, o que impacta diretamente o custo do crédito imobiliário.

Perfil do comprador

Seu score de crédito, renda mensal comprovada, relacionamento com o banco e histórico financeiro influenciam diretamente a taxa oferecida. Clientes com conta salário no banco costumam obter condições melhores.

LTV (Loan-to-Value)

O LTV é a relação entre o valor financiado e o valor do imóvel. Quanto maior a entrada (menor o LTV), menor tende a ser a taxa de juros, pois o risco para o banco diminui. Uma entrada de 30% ou mais geralmente garante taxas mais competitivas.

Tipo de imóvel

Imóveis novos podem ter condições diferenciadas em relação a imóveis usados. Além disso, imóveis dentro do programa Minha Casa Minha Vida possuem taxas subsidiadas pelo governo para famílias com renda de até R$ 8 mil.

Taxas de juros para financiamento imobiliário em 2025

Taxas médias anuais para financiamento de imóvel residencial (valores de referência, sujeitos a alteração).

BancoTaxa anual (a.a.)
Caixa Econômica9,49%
Banco do Brasil9,89%
Itaú Unibanco10,49%
Bradesco10,99%
Banco Inter10,90%
Santander11,49%

* Taxas consultadas em fontes públicas dos bancos. A taxa final depende da análise de crédito individual.

Qual a renda mínima para financiar um imóvel?

A regra geral é que a parcela do financiamento não pode comprometer mais de 30% da renda bruta familiar. Isso significa que, para financiar um imóvel com parcela de R$ 3.000, a renda mínima familiar deve ser de aproximadamente R$ 10.000.

É possível compor renda com cônjuge ou outras pessoas da família para atingir o valor mínimo exigido pelo banco. Além disso, alguns programas governamentais como o Minha Casa Minha Vida oferecem condições especiais para famílias de menor renda.

Dica: Use nosso simulador

Informe o valor do imóvel e o prazo desejado para descobrir instantaneamente qual a renda mínima necessária e quanto ficará a parcela em cada banco.

Como usar o FGTS no financiamento imobiliário?

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser utilizado de diversas formas no financiamento imobiliário:

  • Como parte ou totalidade da entrada do financiamento
  • Para amortizar o saldo devedor (reduzir o valor total da dívida)
  • Para abater parcelas futuras do financiamento
  • Para complementar o pagamento de prestações em atraso

Para utilizar o FGTS, é necessário ter pelo menos 3 anos de trabalho sob regime CLT (consecutivos ou não), não possuir outro financiamento ativo pelo SFH e o imóvel deve ser residencial, urbano e de valor até R$ 1,5 milhão.

Tabela Price ou SAC: qual escolher para imóvel?

Os dois sistemas de amortização mais usados no Brasil para financiamento imobiliário são a Tabela Price e o Sistema de Amortização Constante (SAC). Cada um tem características distintas:

Tabela Price

  • Parcelas fixas durante todo o contrato
  • Mais previsibilidade no orçamento mensal
  • Juros totais pagos são maiores
  • Ideal para quem prioriza estabilidade

SAC

  • Parcelas começam mais altas e diminuem
  • Amortização constante do saldo devedor
  • Juros totais pagos são menores
  • Ideal para quem consegue pagar mais no início

No financiamento imobiliário, o SAC é a escolha mais econômica a longo prazo, pois você paga menos juros no total. Porém, a Price pode ser melhor se a primeira parcela do SAC comprometer mais de 30% da sua renda. Veja nosso guia completo Price vs SAC

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